Qual é o contrário do amor?

Quem nunca sofreu após um grande amor?  Quem  nunca enfrentou o  desafio de superar as dores do passado para ter uma nova chance de ser feliz?

No filme, veremos Júlia, uma mulher recém saída de uma relação amorosa intensa e longa, lutando para reconstruir sua vida.

E na sua vida? Você já passou por isso? Qual é o contrário do amor?

21 Respostas

  1. maludemartino@superig.com.br

    “Desde o dia que Antonia foi embora da minha vida que me pergunto:
    O que será que é o contrário do amor?
    Para a maioria o contrário do amor é o ódio.Não.Muito óbvio.
    Depois de tanto pensar cheguei a conclusão de que o contrário do amor é um estado permanente de perplexidade…”
    JULIA , em COMO ESQUECER

    06/10/2010 às 13:55

  2. Vitor

    Acredito que o contrario do amor seja a indiferença. Quando aquela pessoa que voce um dia amou nao desperta nenhum tipo de reaçao em voce, nem raiva, nem odio, nem pena, nem saudade. torna-se apenas um nada

    06/10/2010 às 15:42

  3. Pergunto eu, a perplexidade é pelo amor ou pela contrariedade permanente? Não há sentidos suficientemente capazes de gerir algo que por momento oportuno ou não, adentra em nosso peito e acelera a respiração!Para mim, o contrário do amor é a necessidade tenra e misteriosa de viver tudo aquilo que organiza e desordena nosso desejo mais íntimo e eterno de pertencer ao outro, ou pelo menos de ter o outro ao alcance de nossos sentidos…
    Nossa maior contrariedade é querer o amor eterno, é esperar pelo sentimento alheio, mas a verdade, é que somos essencialmente dependentes do nosso eu, do nosso amor próprio!!!

    Deixo aqui pequena impressão da contrariedade do amor que sinto, mas a certeza de que o filme será mesmo inesquecível, fazendo jus ao título…
    COMO ESQUECER nossas experiências?nossos amores?nosso tempo?nós mesmos?

    06/10/2010 às 16:27

  4. Marta Gregorio

    “Tomara que esse sr. Vitor seja gay porque os homens tem a péssima mania de se meterem em assuntos lesbos e como se tornam muito inconvinientes”.

    Mas o contrário do amor é sem dúvida nenhuma Amar e não ser amada, mesmo que os anos passem e consigamos separar atitudes, respeitar limites e aceitar a individualidade da mulher que amamos, não consiguimos atingir o coração dela.

    Hoje, amo em silêncio pela amizade que foi constituída mas se eu demonstrar esse amor que sinto, perco no mesmo dia o que posso ter pra vida toda; ela.

    Abraços.

    07/10/2010 às 11:07

  5. Pâmela

    Estou passando por isso no momento, e gostaria muito de ter a resposta. Mas imagino que nada é impossível e que há, sim, vida após um grande amor.

    07/10/2010 às 14:58

  6. Vitor

    O que é esse comentário da Marta Gregorio heim? Muito preconceituoso e agressivo. O filme fala do ser humano e perdas e tudo que é humano pertence a todos e nao a um grupo especifico, entao acho totalmente desnecessario vir falar em “se meter nesse assunto” ou “incoviniente”. As proprias pessoas alimentam um preconceito e uma marginalizaçao contra si proprias, lamentavel.

    07/10/2010 às 20:17

  7. Danilo

    O contrário do amor é o coração amputado.
    O contrário de um grande amor é uma grande falta.
    É morte, vazio e desilusão.
    Não há como esquecer um grande amor.
    Ele segue conosco por toda a vida, mesmo que rotineiramente dor ausente e silenciosa.

    08/10/2010 às 02:35

  8. diego

    Vitor e Marta Gregório,acho que o contrário do AMOR é a AGRESSÃO em suas múltiplas facetas: o DESRESPEITO, uma delas.Como muitos,já sofri pelo desamor de outrem e foi pior, pois impuseram-me o desprezível e profundo silêncio que agrediu e agride até hoje tanta coisa que meu amor ainda tinha por dizer.Impuseram-me, portanto, o DESRESPEITO ao meu amor e à minha dor pela falta que me faz.

    08/10/2010 às 12:24

  9. Júlia

    Vcs tão precisando de um chazinho de camomila rsrsrsrrs…

    Acho que o contrário do amor não existe, a partir do momento que seus olhos pousaram sobre a vida pulsante de alguém, ainda mais quando esse alguém fez parte física, emocional, espiritual de você não a como existir indiferença nunca mais nem por sua parte nem pela outra parte. Esta teoria da indiferença me parece mais uma patologia como a amnésia se somos a soma do que vicemos como podemos ser indiferentes???
    Tô passando por uma experiência parecida com a da Júlia o meu durou 4 anos e já faz 1 que estou tentando juntar os cacos, mas tô conseguindo…Beijos

    08/10/2010 às 16:30

  10. caio da rocha

    Parabéns,
    o filme é muito bom!
    Caio da Rocha

    09/10/2010 às 21:50

  11. Renata

    Depois de tanto pensar cheguei a conclusão de que o contrário do amor é um estado permanente de perplexidade…”
    JULIA , em COMO ESQUECER….
    E foi assim que tive a honra de presenciar em cine a clara demonstracao do que de fato pra maioria ocorre após uma separacao dolorosa, e digo até por mim acompanhando detalhes antes do filme entrar em cartaz, me senti uma Júlia durante um ano trancada em um quarto, quarto esse que chamo de “centimetros de depressao e renascimento”, como uma fenix emergi de uma morte e renasci outra pessoa.Quando amamos alguem com tanta devocao e essa se vai, algo se perde….nos perdermos com a falta do q ate chamamos de outra metade, é viver literalmente pela metade, um copo vazio, esse q impera 24h uma pergunta: Quem sou eu? Com essa vivencia real concluo que contrário do amor é a solidao e reflexao (perplexidade) até citada no roteiro do filme, e no meu caso em especial foi tb de saber que nao tendo amor a setença é viver num quarto de depressao.

    10/10/2010 às 18:30

  12. Marcia

    O contrário do amor é o medo. O medo que nos paraliza e nos aprisiona em nosso egoísmo, em nossa fragilidade diante da entrega, em nossa incapacidade de olhar o outro de frente e acolhê-lo em sua diferença. O medo de perdermos nossas pequenas certezas e de nos lançarmos rumo a travessia misteriosa que é a experiencia amorosa.

    14/10/2010 às 20:42

  13. Landa Ciccone

    Ontem eu assistia uma aula sobre HUMANO, DEMASIADO HUMANO, obra do Nietzsche, que nunca conseguiu viver seus amores e saber sobre a intesidades destes. Mas no aforismo 58, pensei se todo esse desamor que ele recebeu não o fez conhecer melhor que ninguém esse ‘contrário’ do qual falamos:

    “O QUE SE PODE PROMETER – Pode-se prometer ações, mas não sentimentos, pois estes são involuntários. Quem promete a alguém amá-lo para sempre, ou odiá-lo para sempre, ou ser-lhe sempre fiel, promete algo que não está em seu poder; mas o que pode perfeitamente prometer são aquelas ações que, na verdade, são geralmente as consequências do amor, do ódio, da fidelidade, mas que também podem emanar de outras razões, pois diversos motivos e caminhos conduzem a uma ação. A promessa de amar para sempre alguém significa, portanto: enquanto eu te amar, manifestar-te-ei as ações do amor; se eu já não te amar, pois, não obstante, receberás para sempre de mim as mesmas ações, ainda que por outros motivos. De modo que a aparência de que o amor estaria inalterado e continuaria sendo o mesmo permanece na cabeça das outras pessoas. Promete-se, por conseguinte, a persistência da aparência do amor, quando, sem ilusão, se promete a alguém amor perpétuo.”

    O amor tem mil faces. Tudo depende de quem se atreve a vestí-lo.

    09/11/2010 às 17:31

  14. Fernanda

    Voce so pode saber o que seria o contrario ao amor, quando passa por uma situacao que voce ja mais esperaria passar, “perplexidade” essa e uma frase que define bem o estado que voce ficar em imaginar como vc pode ser tao inocente e ao mesmo tempo imaginar como alguem pode fazer algo q lhe machuque tao profundamente sendo que ha alguns dias essa pessoa lhe parecia a unica pessoa em q vc poderia ter confiado como pessoa, e vc imagina tantas coisa que lhe levam no final de tudo a perplexidade….pois o sofrimento e ja e FATO

    06/07/2011 às 22:13

  15. karina Vinhollte

    Acho o filme tão incrivel, que já assistir varias e varias vezes,ótimo o dialogo do filme….
    E concordo plenamente,com Fernanda.

    13/07/2011 às 22:05

  16. Iris Muller

    O contrario do “Amor” É simples… É não existir.
    iRIS c. Muller

    17/05/2012 às 23:51

  17. e

    O filme é muito lindo, calmo e sereno…onde somos levados à reflexão do que realmente é a dor.

    23/03/2015 às 11:58

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